Mensalidades escolares, seguro do carro, condomínio, entre outras faturas somam hoje mais de 2 bilhões de boletos bancários processados em todo o País por ano. O cliente recebe tudo em papel correndo assim o risco de extravio ou até mesmo de esquecer de pagar a conta . Para acabar com o problema, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) criou o Débito Direto Autorizado (DDA).
O serviço, disponível a partir de 19 de outubro, foi apresentado na manhã desta quinta-feira (18/06) durante o Congresso Internacional de Automação Bancária (Ciab-Febraban). Com ele, a informação passa a ser eletrônica, desde que o cliente bancário autorize o não-recebimento de boletos físicos por meio de um termo de adesão junto a sua agência. A Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP), braço tecnológico do projeto, é informada pelo banco de que a pessoa ou empresa é um sacado eletrônico. Assim, no dia seguinte, qualquer cobrança cadastrada já será eletrônica.
O pagamento é debitado na conta-corrente do usuário no momento em que bem entender, diferente do débito automático adotado hoje. O último tem somente 35% de adesão e não possui a vantagem do caráter decisivo do DDA. “A expectativa é de 15% de adesão. Mas dentro do princípio de conveniência, acreditamos que, em três anos, a adesão será entre 30 e 50% dos boletos do Brasil”, aponta Leonardo Demola Ribeiro, do Santander Real.
Leia o artigo completo na B2B Magazine.