Jul
29
Posted on 29-07-2009
Filed Under (Notícias) by Daniel Checchia on 29-07-2009

logo Cientistas americanos criaram uma espécie de computador vivo, produzido com a bactéria Escherichia coli, uma das mais antigas bactérias presentes no intestino do homem. O resultado foi uma máquina que resolve problemas matemáticos com velocidade maior do que a de um PC que leve um processador de silício.

Segundo o site Slashdot, as bactérias utilizadas foram capazes de resolver um problema clássico da matemática, o Caminho Hamiltoniano, também conhecido como “o problema do caixeiro viajante”. O problema propõe que, dado um número de cidades, um algoritmo matemático qualquer precisa ser criado para calcular o melhor trajeto, de modo que o caminho a ser feito pelo personagem passe por todas as cidades sem repetir nenhuma delas e retornar ao ponto inicial na menor distância e custo possível.

Apesar de comum, esse problema não possui solução simples. De acordo com o site The Guardian um computador convencional precisa testar uma por uma cada uma das milhões ou até bilhões de possibilidades de resultado.

Leia a matéria completa na Geek, clicando aqui!

Jul
20
Posted on 20-07-2009
Filed Under (Notícias) by Daniel Checchia on 20-07-2009

image Muitas pessoas afirmam trabalhar melhor com prazos apertados, mas um novo estudo publicado no International Journal of Innovation and Learning afirma que é um erro assumir que uma equipe pode trabalhar efetivamente sob pressão constante de tempo e permanecer engajada e inovativa em seu trabalho.

Ari Putkonen, da Universidade de Oulu (Finlândia), explica que os enfoques convencionais adotados no planejamento de projetos podem falhar porque eles não levam em conta as alterações na eficiência e na capacidade inovadora dos membros das equipes ao longo do projeto.

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Jul
10
Posted on 10-07-2009
Filed Under (Notícias, Projetos) by Daniel Checchia on 10-07-2009

image O CIO dos Estados Unidos Vivek Kundra lançou o dashboard nacional de gastos com TI (IT spending dashboards). Infelizmente não é o nosso governo :-(

Os painéis fornecem uma visão das despesas por departamento governamental, com gráficos que mostram o desempenho versus cronograma, custos e com a avaliação do CIO de quão bem eles estão e aptos a atingir seus objetivos.

O site interessante foi a plataforma de desenvolvimento do site: construído sobre Drupal e os gráficos são em Flash. As informações são geradas a partir de dados fornecidos pelas agências para o Serviço de Gestão e Orçamento.

Na Predicta, cheguei a fechar um piloto de bashboard para a TI, para o acompanhamento do Service Desk, seguindo a mesma filosofia. O processo de geração do dashboard era simples: Um job mySQL rodava todos os dias, buscando informações de OTRS, RT, Nagios, MRTG, DotProject e outras ferramentas,gerando uma tabela para uso do IT Dashboard.

No Pontofrio, como havia uma equipe de BI, passei a documentação para eles elaborarem. Para quem quiser mais informações sobre o processo de geração, mail-me. Terei prazer em passar os detalhes.

Jul
02
Posted on 02-07-2009
Filed Under (Carreira, Notícias) by Daniel Checchia on 02-07-2009

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Mesmo com a disseminação do modelo de terceirização das atividades operacionais do departamento de tecnologia, o CIO vai continuar a depender de arquitetos e desenvolvedores que ajustem as soluções aos negócios

Mesmo que nem todos os gestores tenham percebido, os departamentos de TI têm passado por profundas mudanças conceituais. No entanto, é preciso ressaltar que na estrutura corporativa de tecnologia do futuro haverá espaço tanto para profissionais voltados às questões gerenciais quanto àqueles focados em questões técnicas.

Vale lembrar que desde a época da popularização da internet – em meados dos anos 90 – o papel dos profissionais de tecnologia tem mudado consideravelmente. Naquela época, o gerenciamento de redes e de infraestrutura era missão crítica das áreas de TI.

Desenvolver, implementar e operar redes IP, sistemas de comunicação integrada e storage eram os principais desafios das equipes. Em relação aos gestores, eles tinham a missão de coordenar times cada vez maiores e começaram a assumir responsabilidades estratégicas.

Depois do estouro da bolha da internet, a economia vivenciou um período de crescimento moderado e as palavras de ordem para as equipes de TI passaram a ser ‘consolidação’ e ‘otimização’. Os times de tecnologia, por consequência, voltaram seus esforços à redução de custos estruturais da área e começaram a separar as competências técnicas e de gestão – valorizando cada uma delas de acordo com a ocasião.

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