Um Mestre da sabedoria passeava por uma floresta com seu fiel discípulo quando viu ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma visita breve.
Durante o percurso ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos, também com as pessoas que mal conhecemos.
Chegando ao sítio constatou a pobreza do lugar, sem calçamento, casa de madeira, os moradores, um casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas, sujas. Então se aproximou do dono do sítio, perguntando: – Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho; como o senhor e a sua família sobrevivem aqui? E o homem calmamente respondeu: – Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros de alimentos e a outra parte nós produzimos queijo, coalhada, para o nosso consumo e assim vamos sobrevivendo. O sábio agradeceu a informação, contemplou o lugar por uns momentos, depois se despediu e foi embora.
A pessoa que permite que a inferioridade faça parte do seu dia a dia de trabalho contrai uma espécie de doença que paralisa suas aspirações e perspectivas. Em contrapartida, aquele que não se satisfaz com o razoável, com o mais ou menos e com o bom, e sempre se aplica ao máximo para conseguir o melhor, apesar dos obstáculos, é um forte candidato a conquistar o prêmio de em algum momento de sua vida sair do grupo dos medianos e se deslocar para o grupo dos que se destacam. São estes que conseguem perceber a diferença entre o "bom" e o "melhor". São os que não admitem entregar um trabalho de má qualidade ou cheio de remendos.
É muito fácil encontrar pessoas reclamando da sorte e que são incapazes de ver que a posição que ocuparão amanhã é consequência direta de como agem hoje. Para se alcançar o último degrau da escada é necessário pisar antes nos degraus intermediários. O que se faz hoje, agora, tem o poder de abrir ou fechar portas.
Uma vez, havia um Rei Codorna que governava milhares de codornas. O Rei Codorna era muito respeitado porque ele se preocupava muito com a segurança das codornas.
Havia também um caçador muito esperto. Ele sabia como imitar o som das codornas. Por causa disto, ele sempre conseguia atrair codornas, cobri-las com uma rede, guardá-las em cestas e vendê-las para ganhar dinheiro. Uma vez, o Rei Codorna viu o que caçador estava fazendo e disse:
- Este caçador tem um bom plano para prender nossos parentes. Devo fazer um plano ainda melhor para nos salvar!
Então ele chamou todas as milhares de codornas e lhes disse:
Jerry era um tipo de pessoa que você iria adorar. Ele sempre estava de alto astral e sempre tinha algo positivo para dizer. Quando alguém perguntava para ele: "Como vai você?”, ele respondia: "Melhor que isso, só dois disso!".
Ele era o único gerente de uma cadeia de restaurantes, do qual todos os garçons seguiam seu exemplo. A razão dos garçons seguirem Jerry era por causa de suas atitudes. Ele era naturalmente motivador. Se algum empregado estivesse tendo um mau dia, Jerry prontamente estava lá, contando ao empregado como olhar pelo lado positivo da situação.