Feb
14
Posted on 14-02-2010
Filed Under (Carreira) by Daniel Checchia on 14-02-2010

As redes sociais devem ser tratadas com cuidado, uma vez que elas acabam com a privacidade das pessoas e podem representar um risco para profissionais em posição de destaque nas empresas

Alguns meses atrás, o microblog Twitter passou a oferecer uma ferramenta pela qual seus usuários podem classificar os contatos em listas. A consultora norte-americana de redes sociais Allen Mireles decidiu, então, checar em seu perfil quais listagens a incluíam. “A ideia era saber se esses grupos refletiam a imagem que eu gostaria de transmitir pela Web”, disse ela, ao contar que, para sua surpresa, seu nome era citado no conjunto de amigos de um ator de filmes pornográficos e na lista de “pessoas que eu vi nuas” de um desconhecido.

A primeira reação da especialista foi bloquear tal ator de acessar seu perfil no Twitter – o que automaticamente a remove de suas listagens – e entrar em contato com o outro usuário, explicando que utilizava o microblog para fins profissionais e que não julgava apropriada sua presença em um grupo ligado à nudez. “Ele gentilmente respondeu que entendia meu ponto de vista e me retirou de sua lista”, diz Allen.

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Aug
10
Posted on 10-08-2009
Filed Under (Carreira, Notícias) by Daniel Checchia on 10-08-2009

"Se você tem conhecimento, deixe os outros acenderem suas velas nele."  – Margaret Fuller

Recebo muitas consultas por e-mail de amigos ou colegas, sobre os mais variados temas relacionados com minha área de atuação. Procuro sempre auxiliar e acompanhar o andamento da solução, dando o apoio necessário.

O objetivo principal destas dicas ou “Consultorias” informais que presto é compartilhar o conhecimento adquirido em mais de 20 anos de atividade profissional.

Quem desejar enviar consultas sobre tecnologia, infra-estrutura, segurança ou redes, favor enviá-las pelo formulário, na página Consultoria FREE!. Trocaremos e-mails e, no final, publicarei o resultado como um post, mencionando sempre os dados de quem enviou a questão.

Afinal,

"O grande segredo para a plenitude é muito simples: compartilhar." – Sócrates

Jul
02
Posted on 02-07-2009
Filed Under (Carreira, Notícias) by Daniel Checchia on 02-07-2009

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Mesmo com a disseminação do modelo de terceirização das atividades operacionais do departamento de tecnologia, o CIO vai continuar a depender de arquitetos e desenvolvedores que ajustem as soluções aos negócios

Mesmo que nem todos os gestores tenham percebido, os departamentos de TI têm passado por profundas mudanças conceituais. No entanto, é preciso ressaltar que na estrutura corporativa de tecnologia do futuro haverá espaço tanto para profissionais voltados às questões gerenciais quanto àqueles focados em questões técnicas.

Vale lembrar que desde a época da popularização da internet – em meados dos anos 90 – o papel dos profissionais de tecnologia tem mudado consideravelmente. Naquela época, o gerenciamento de redes e de infraestrutura era missão crítica das áreas de TI.

Desenvolver, implementar e operar redes IP, sistemas de comunicação integrada e storage eram os principais desafios das equipes. Em relação aos gestores, eles tinham a missão de coordenar times cada vez maiores e começaram a assumir responsabilidades estratégicas.

Depois do estouro da bolha da internet, a economia vivenciou um período de crescimento moderado e as palavras de ordem para as equipes de TI passaram a ser ‘consolidação’ e ‘otimização’. Os times de tecnologia, por consequência, voltaram seus esforços à redução de custos estruturais da área e começaram a separar as competências técnicas e de gestão – valorizando cada uma delas de acordo com a ocasião.

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Jun
19
Posted on 19-06-2009
Filed Under (Carreira, Notícias) by Daniel Checchia on 19-06-2009

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Depois de identificar as diferenças entre as três gerações que estão nas corporações – ‘baby boomer’, ‘X’ e ‘Y’ – as organizações começam a mapear as atividades mais adequadas para cada uma delas

As empresas, de forma geral, convivem hoje com três gerações de profissionais: baby boomer, X e Y. O que gera conflitos, por conta das diferenças de interesses e objetivos de cada perfil, mas, ao mesmo tempo, permite que as organizações tirem proveito dessa diversidade de atitudes e experiências.

Veja abaixo as características e funções mais indicadas para cada uma das gerações:

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Jun
18
Posted on 18-06-2009
Filed Under (Artigos, Carreira) by Daniel Checchia on 18-06-2009

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Há alguns anos atrás trabalhei com um gerente que tinha eta frase como mantra… Muitas vezes a argumentação dele era tão convicta que ficava difícil de convencê-lo que nem sempre isto era possível. Essa famosa expressão do mundo corporativo pode ser, na verdade, o cúmplice do péssimo. Leia mais em artigo que ressalta a importância de não estimular o comodismo.

Durante as últimas décadas – antes, portanto, da atual crise justificar todo tipo de abuso – tem prosperado entre nós um desses movimentos que nascem tímidos, crescem, avançam e, quando nos damos conta, assumem o comando e ditam as regras dos nossos negócios e até das nossas vidas.

Um movimento que nasce de um ditado “popular” de origem aparentemente desconhecida (ao menos pra mim), e que vai conquistando espaço na cabeça das pessoas mais conservadoras ou complacentes, vira mantra no discurso de executivos, marqueteiros e publicitários práticos ou cínicos e alcança, por fim, toda a estrutura das nossas vidas e organizações, incluindo sua direção.

Com o tempo, o que era tático passou a ser estratégico, uma iniciativa esporádica e pontual tornou-se, então, uma forma esperta (ou, como preferem alguns, “criativa”) e permanente de viabilização de ações e objetivos previstos nos planejamentos das empresas, passando, por fim, a constituir a própria estratégia e a condicionar, no nascedouro, toda a sua construção: “o ótimo é inimigo do bom”; “o ótimo é inimigo do bom”; “o ótimo…”.

Leia o artigo completo em HSM

Jun
02
Posted on 02-06-2009
Filed Under (Carreira) by Daniel Checchia on 02-06-2009

Em uma carta  ao seu jovem pupilo Lucílio (2),  Sêneca (4 a.C – 65 d.C) faz uma digressão sobre a melhor forma de escolher um amigo. Ele observa que temos o mau costume de conceder a amizade e depois avaliar se o novo “amigo” é merecedor da nossa confiança.

“Invertemos a ordem”, registra Sêneca, quando selamos a amizade e depois avaliamos se a decisão foi sábia, quando o correto seria conviver, ponderar, formar uma opinião e,  depois decidir se aprofundamos o relacionamento.

Ao reler essa passagem num dia desses, pensei na prática organizacional de promover um candidato a uma posição gerencial e 6 a 12 meses depois, analisar se acertamos na escolha. Aliás, o mesmo procedimento é usado em relação ao treinamento gerencial: primeiro promove-se, depois, treina-se e ao cabo de um ano avaliamos o desempenho. É a tal história de colocar a carroça na frente dos bois.

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